Criado em 08 de fevereiro de 2011.



quinta-feira, 8 de março de 2012

08 de março: O dia Internacional da Mulher que quebra paradigmas.


No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, da cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência, que muitas mulheres ficaram feridas. Mas não foi só isso, elas foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano, covarde e intolerante, mas tudo isso contribuiu para chamar a atenção a opinião publica americana e mundial, para os direitos da mulher .
          Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o oito de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas). A criação deste dia é uma tentativa de amenizar as injustiças cometidas contra as mulheres ao longo da história humana e em memória as vítimas do oito de março na fabrica de Nova Iorque.

          Ao ser instituída a data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
A mulher ao longo da história da humanidade sempre teve papel de desprezo e figurou em segundo plano nas sociedades antigas. Contudo, a mulher sempre se destacou como aquela que supera os paradigmas impostos sobre ela, pela cultura patriarcal e antropocêntrica. Essa herança de submissão e de coadjuvante na sociedade é justificada a partir do relato bíblico do mito criacionista cosmogônico, onde opiniões do mundo teológico dão conta da desobediência da mulher à ordem de Deus para que não comesse o fruto da arvore do conhecimento do bem e do mal. Porém ela come e dá também ao marido.
         Deus após fazer o homem, percebeu que algo estava errado, ou seja, que não era bom que o homem ficasse sozinho, então Deus fez também a mulher, para ser sua companheira, para ser sua auxiliadora, para administrar o Éden do lado do homem, uma gestão compartilhada. Caberia ao homem o papel de provedor do lar cultivando o Jardim, de orientador de sua mulher, de defensor de sua companheira, de defendê-la dos ataques do maligno, haja vista, Deus ter passado as ordens ao homem do que fazer no Éden, o homem era responsável por sua companheira, repito ‘responsável por sua companheira’.
       Desde então, as sociedades do antigo oriente e as judaico-cristãs, vêm justificando, o porquê de a mulher figurar como personagem frágil e submissa ao homem. Como teólogo, reconheço a autoridade da palavra de Deus em relação ao papel da mulher na família, na igreja e na sociedade. Mas também, reconheço a omissão do homem (Adão), em não obedecer às recomendações divinas, deixando seu bem maior (Eva) à mercê do inimigo, observando tudo de longe, não tomando posição de defensor, nem de protetor ou de orientador de sua herança sagrada, que era sua amada esposa, mas deixou que ela fosse enganada, passada para trás pelo diabo, manchando sua honra.
Hoje, em tempos de pós-modernidade a mulher ocidental tem conquistado a benção de ser atuante na sociedade, a mulher hoje pode ser sim chamada de companheira, antes não; ela era somente uma coadjuvante, uma comparação entre os dois sexos não concorreria de modo algum a favor daquele que é considerado forte, pois este se omitiu em sua proteção no Éden e depois a acusou de erro. Acredito que Deus ao longo dos anos tem quebrado a maldição do Éden laçada sobre a mulher, dando-lhe o direito de atuar ao lado do homem. Parabéns mulheres de Deus, vocês são bênçãos em nossas vidas, feliz dia Internacional da Mulher.
 (Professor Nilton Carvalho é Historiador, Especialista em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-Goiás), Teólogo e mestrando em Ciências da Religião). 

domingo, 4 de março de 2012

No Haiti pela 3ª vez, major brasileiro exalta experiência 'sem igual'

  • João Fellet/BBC Brasil
    O major brasileiro Custódio Apolônio Santos da Silva, que está no Haiti pela 3ª vez

  • O major brasileiro Custódio Apolônio Santos da Silva, que está no Haiti pela 3ª vez

Ao desembarcar no Haiti pela primeira vez em 2009, o major brasileiro Custódio Apolônio Santos da Silva, então com 34 anos, se impressionou com a escuridão nas ruas da capital Porto Príncipe. "O clima era bem tenso. À noite, não havia nem comércio nas áreas mais pobres", ele lembra.
Comandante de uma tropa de 140 fuzileiros da Minustah (Missão da ONU para a Estabilização do Haiti), Santos tinha como missão conduzir operações de combate ao crime, principalmente o tráfico de drogas. A experiência foi tão rica que, em três anos, ele a repetiria outras duas vezes.
Assim como todos os cerca de 20 mil brasileiros que passaram pelo Haiti, segundo estimativa do comando militar da Minustah, Santos atuou no país caribenho por vontade própria.
Por trás de sua decisão, ele conta que estava o desafio profissional de vivenciar situações que, como militar, dificilmente experimentaria no Brasil. Também lhe atraía a possibilidade de participar de uma missão multilateral da ONU, integrada por mais de 50 países.
Já os benefícios financeiros que a experiência lhe proporcionaria não tiveram qualquer influência, diz ele. Ao servir no Haiti, um militar brasileiro pode até dobrar seus rendimentos, pagos em dólares.
Tampouco pesou a perspectiva de ter sua carreira impulsionada, embora Santos reconheça que atuar no Haiti confira prestígio a militares brasileiros. Desde 2010, quando soldados egressos do país caribenho participaram de operação em favelas cariocas, governantes têm exaltado os ganhos obtidos pelos militares na missão internacional.

Suporte às eleições

Durante a primeira estadia de Santos no Haiti, os haitianos se preparavam para ir às urnas para renovar o Senado. Temia-se que a votação desencadeasse graves conflitos sociais, dada a histórica associação entre violência e política no país caribenho. Com seus homens, Santos deu suporte à realização da eleição, marcada por grande abstenção e por alguns distúrbios, mas considerada bem-sucedida pela ONU.
Nos intervalos da missão, geralmente uma vez a cada mês, voltava ao Brasil para visitar a mulher e os dois filhos, então com 11 e 9 anos. No resto dos dias, recorria à internet para matar as saudades da família.

Haiti continua em ruínas depois de terremoto




Foto 10 de 10 - A cidade inteira de Porto Príncipe está tomada por acampamentos de desabrigados. Mais de 1 milhão de haitianos ainda vivem em barracas Alessandra Corrêa/ BBC Brasil

Missão cumprida, o major voltou ao Brasil e foi alocado num posto em Pernambuco. Até que, seis meses depois, Santos viu na televisão que o Haiti acabara de sofrer um violento terremoto.
Nos dias seguintes, em meio às notícias de que centenas de milhares de pessoas tinham sido mortas e de que Porto Príncipe fora arrasada pelo tremor, ele soube que o Exército estava recrutando emergencialmente um novo contingente para enviar ao país. "Precisavam de gente com experiência, e eu me candidatei."
Desta vez, o choque ao desembarcar em Porto Príncipe e topar com uma cidade em ruínas foi ainda maior. "Foi bem impactante, era um cenário de destruição total."
Outra vez no comando de uma companhia de fuzileiros, teve o foco de sua atuação alterado: em vez de apreender drogas, sua principal atribuição era coordenar a retirada de escombros e a entrega de ajuda humanitária às vítimas do terremoto. A execução da última tarefa foi facilitada, diz ele, pela experiência que tivera no Exército com a distribuição de água e alimentos no Nordeste.

Planejamento de operações

A missão durou seis meses, dois a menos que a anterior. Então Santos regressou ao Brasil, onde permaneceu por um ano, quando teve nova chance de voltar ao Haiti, agora para atuar em posição mais elevada, no planejamento das operações brasileiras. Está no país desde agosto de 2011 e deve regressar em março.
Questionado se não teme ter destino semelhante ao do personagem principal do filme Guerra ao Terror (um militar americano que, após servir num esquadrão antibombas no Iraque, não consegue se readaptar à vida familiar e retorna para a guerra, como se viciado pelo front), Santos afirma que as missões não podem ser comparadas, uma vez que no Haiti jamais enfrentou situações de combate.
Hoje, aliás, conta que dificilmente participa de atividades nas ruas.
No planejamento da operação brasileira, ele diz aplicar os conhecimentos obtidos nas duas operações anteriores. As missões prévias também lhe renderam valiosos ensinamentos linguísticos: além de se tornar fluente em francês, Santos aprendeu crioulo, a língua mais falada no Haiti.
Ao fazer um balanço das três missões, diz que lhe proporcionaram "uma experiência sem igual". Com seu retorno próximo, agora pretende passar mais tempo com a família, que há dois anos ganhou outro integrante, com o nascimento de seu terceiro filho.
Ainda assim, não descarta voltar para uma quarta missão. "Mais para frente, avaliaremos", diz, entre risos.
(Fonte: UOL Notícias - Matéria enviada pelo Ir.'. Roberto Barconi)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Justo e Perfeito?


(Contribuição enviada pelo Ir.'. Marcos Reus)

Onde, quando e como surgiu para a Ordem ? A expressão "justo e perfeito" remonta às organizações medievais de canteiros (trabalhadores em cantaria, ou seja, no esquadrejamento da pedra bruta). Como os bons profissionais eram muito requisitados, havia muita rivalidade entre as corporações , valendo , nesse caso , até a sabotagem do trabalho, a qual consistia em penetrar no terreno do concorrente e fazer um leve desbastamento da pedra já cúbica , difícil de constatar pelo olho humano , porém quando usada na construção , daria diferença , comprometendo aquele núcleo de pedreiros.
Assim , no fim do dia de trabalho, por ordem do Master (o proprietário, ou um seu preposto) , um Warden (zelador, ou vigilante) , media a horizontalidade da obra , com o nível , enquanto o outro media a perpendicularidade , com o prumo , e , se tudo estivesse em ordem, comunicavam ao Master : "tudo está justo e perfeito". Na manhã do dia seguinte , a operação era repetida , da mesma maneira , para prevenir eventuais sabotagens durante a noite. Se tivesse tudo "Justo e Perfeito" os trabalhos eram iniciados.

Igreja de São José de Botas com símbolo maçônico.

FOTOS DA IGREJA DE SÃO JOSÉ DE BOTAS QUE FORAM CLICADAS PELO IR.'.
 RODRIGO LESTAYO, EM TAMANDARÉ, MUNICÍPIO DE PERNAMBUCO-PE.
 FICA NA BEIRA DA PRAIA E ESTÁ EM RUINAS E É DATADA DE 1896.

A Igreja de São José de Botas localiza-se na cidade de Tamandaré, município de mesmo nome, em Pernambuco, no Brasil. Erguida em homenagem a uma imagem de São José, que possuía botas,cajado e trancelim de ouro, a sua construção remonta a 1896, em área particular entre a praia das Campas e a praia de Tamandaré (atual rua São José), pertencente à família de Nestor de Medeiros Accioli, adquirida dos herdeiros do Padre José Rufino Gomes. Em estilo colonial maneirista (maneirismo), em seu frontispício encontra-se um brasão da Maçonaria.

Curiosidades

O Acervo Histórico Cultural denominado "Igreja e Casa Paroquial de São José de Botas, foi erguida em homenagem a Devoção à São José de Botas, que possuía Botas e Cajado de Ouro (Tradição Religiosa do Final do Século XVIII, adivindas de idéias Pré-Republicanas, Revolucionárias Francesa, que chegaram aos Postos do Recife no período do Brasil Colônia, onde a Coroa Portuguesa sustentava a Igreja em Troca de Obediência. Proibia a entrada de novos Cultos Religiosos, confirmava as Sentenças da Santa Inquisição e Executava as Penas... O Estado concedia Licença para Construção das Igrejas as quais eram edificadas pelas Confrarias ou Irmandades; o chamado Padroado (Direito de conceção de benefícios pelo Protetor), -Os Ricos comerciantes; os Marçons!- A sua construção remonta ao final do Século XVIII, em área particular na praia de Tamandaré (Atual rua São José, no Sítio de mesmo nome), pertencente à família do "de cujos" Nestor de Medeiros Accioly que adquiriu a propriedade em 1902 (aos seus 21 anos de idade), por ocasião do seu casamento com Maria Castanha Accioly que tinha 15 anos naquela época -O Sítio São José, onde encontra-se encravado o citado Acervo Histórico-Cultural-), dos "Nétos" do Padre José Rufino Gomes. Em estilo Colonial Barrôco, em seu frontispício encontra-se o Brasão de São José de Botas que destaca as "Ferramentas do Carpinteiro"; Régua, Serrote, Compaço, Esquadro, além do tradicionalo "Ramo de Lírios" que expressa a "Pureza de São José", Espôsa da Virgem Maria, Maria Santíssima a Mãe de Jessus (Patrôno da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romanda)...
Em 24 de Dezembro de 1999 foi tombada pela FUNDARPE em carater de urgência. Em estado de pré-ruína, após recuperação parcial com recursos Próprios e da Comunidade, retomou as Atividades Religiosas, após um período de mais de quarenta anos de abondono, com a Celebração de Santa Missa em 18 de Março de 2001 às 10:00 horas, por ocasião das festividades para homenagear seu Padroeiro, São José (Patrono da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana), Espôso da Virgem Maria, Maria Santíssima a Mãe de Jesus! (Fonte: Wikipedia) - Matéria enviada pelo Ir.'. Marcos Reus.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Hora do Recreio: Os ritmos pernambucanos.


O Sarau especial ritmos pernambucanos, traz como convidados: Geraldo Azevedo, Alceu Valença e a Spok Frevo Orquestra. Eles relembram histórias sobre os ritmos musicais mais conhecidos de Pernambuco.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Gonzaguinha ainda é lembrado pela vida breve e sucessos românticos.


Filho de Luiz Gonzaga, Gonzaguinha tinha um estilo agressivo e foi um dos artistas mais perseguidos pela ditadura militar. Mais tarde, ele se consagrou como um grande compositor de sucessos românticos e teve músicas gravadas por diversos artistas.
Gonzaguinha era filho do cantor e compositor pernambucano Luiz Gonzaga do Nascimento e de Odaleia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil, que morreu num tragico acidente de carro, aos 45 anos. Acabou sendo criado pelos padrinhos Dina e Xavier.

Compôs a primeira canção "Lembranças da Primavera" aos catorze anos, e em 1961, com 16 anos foi morar em Cocotá com o pai para estudar. Voltou para o Rio de Janeiro para estudar Economia, pela Universidade Cândido Mendes. Na casa do psiquiatra Aluízio Porto Carrero, conheceu e se tornou amigo de Ivan Lins. Conheceu também a primeira mulher, Ângela, com quem teve dois filhos: Daniel e Fernanda. Teve depois uma filha com a atriz Sandra Pêra: a atriz Amora Pêra.

Foi nessa convivência na casa do psiquiatra, que fundou o Movimento Artístico Universitário (MAU), com Aldir Blanc, Ivan Lins, Márcio Proença, Paulo Emílio e César Costa Filho. Tal movimento teve importante papel na música popular do Brasil nos anos 70 e em 1971 resultou no programa na TV Globo Som Livre Exportação.

Característico pela postura de crítica à ditadura, submeteu-se ao DOPS, assim, das 72 canções mostradas, 54 foram censuradas, entre as quais o primeiro sucesso, Comportamento Geral. Neste início de carreira, a apresentação agressiva e pouco agradável aos olhos da mídia lhe valeram o apelido de "cantor rancor", com canções ásperas, como Piada infeliz e Erva. Com o começo da abertura política, na segunda metade da década de 1970, começou a modificar o discurso e a compor músicas de tom mais aprazível para o público da época, como Começaria tudo outra vez, Explode Coração e Grito de alerta, e também temas de reggae, como O que é o que é' e Nem o pobre nem o rei.

As composições foram gravadas por muitos dos grandes intérpretes da MPB, como Maria Bethânia, Simone, Elis Regina (Redescobrir ou Ciranda de Pedra), Fagner, e Joanna. Dentre estas, destaca-se Simone com os grandes sucessos de Sangrando, Mulher, e daí e Começaria tudo outra vez, Da maior liberdade, É, Petúnia Resedá.

Em 1975 dispensou os empresários e se tornou um artista independente, o que fez em 1986, fundar o selo Moleque, pelo qual chegou a gravar dois trabalhos.

Nos últimos doze anos de vida, Gonzaguinha viveu em Belo Horizonte com a segunda mulher Louise Margarete Martins e a filha deles, a caçula Mariana.

Após uma apresentação em Pato Branco, no Paraná, Gonzaguinha morreu aos 45 anos vítima de um acidente automobilístico às 7h30min do dia 29 de abril de 1991, entre as cidades de Renascença e Marmeleiro, enquanto dirigia o automóvel rumo a Francisco Beltrão, depois ia a Foz do Iguaçu. Este trágico acidente encerrou de forma repentina a sua brilhante carreira.
(Fonte: Globo News e Wikipédia)
GALERIA DOS FUNDADORES
GALERIA DOS FUNDADORES E DESTAQUES

Irmãos Aprendizes - Iniciação em 06.11.2010

A Maçonaria

MAÇONARIA - TEMPLO DE SALOMÃO

Como tornar-se Maçom

Dan Brown fala sobre a maçonaria

Maçonaria: Ser Maçom

Video que mostra alguns dos grandes Maçons.

O Maçom Luiz Gonzaga - O Gonzagão