domingo, 8 de janeiro de 2012

Gonzaguinha ainda é lembrado pela vida breve e sucessos românticos.


Filho de Luiz Gonzaga, Gonzaguinha tinha um estilo agressivo e foi um dos artistas mais perseguidos pela ditadura militar. Mais tarde, ele se consagrou como um grande compositor de sucessos românticos e teve músicas gravadas por diversos artistas.
Gonzaguinha era filho do cantor e compositor pernambucano Luiz Gonzaga do Nascimento e de Odaleia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil, que morreu num tragico acidente de carro, aos 45 anos. Acabou sendo criado pelos padrinhos Dina e Xavier.

Compôs a primeira canção "Lembranças da Primavera" aos catorze anos, e em 1961, com 16 anos foi morar em Cocotá com o pai para estudar. Voltou para o Rio de Janeiro para estudar Economia, pela Universidade Cândido Mendes. Na casa do psiquiatra Aluízio Porto Carrero, conheceu e se tornou amigo de Ivan Lins. Conheceu também a primeira mulher, Ângela, com quem teve dois filhos: Daniel e Fernanda. Teve depois uma filha com a atriz Sandra Pêra: a atriz Amora Pêra.

Foi nessa convivência na casa do psiquiatra, que fundou o Movimento Artístico Universitário (MAU), com Aldir Blanc, Ivan Lins, Márcio Proença, Paulo Emílio e César Costa Filho. Tal movimento teve importante papel na música popular do Brasil nos anos 70 e em 1971 resultou no programa na TV Globo Som Livre Exportação.

Característico pela postura de crítica à ditadura, submeteu-se ao DOPS, assim, das 72 canções mostradas, 54 foram censuradas, entre as quais o primeiro sucesso, Comportamento Geral. Neste início de carreira, a apresentação agressiva e pouco agradável aos olhos da mídia lhe valeram o apelido de "cantor rancor", com canções ásperas, como Piada infeliz e Erva. Com o começo da abertura política, na segunda metade da década de 1970, começou a modificar o discurso e a compor músicas de tom mais aprazível para o público da época, como Começaria tudo outra vez, Explode Coração e Grito de alerta, e também temas de reggae, como O que é o que é' e Nem o pobre nem o rei.

As composições foram gravadas por muitos dos grandes intérpretes da MPB, como Maria Bethânia, Simone, Elis Regina (Redescobrir ou Ciranda de Pedra), Fagner, e Joanna. Dentre estas, destaca-se Simone com os grandes sucessos de Sangrando, Mulher, e daí e Começaria tudo outra vez, Da maior liberdade, É, Petúnia Resedá.

Em 1975 dispensou os empresários e se tornou um artista independente, o que fez em 1986, fundar o selo Moleque, pelo qual chegou a gravar dois trabalhos.

Nos últimos doze anos de vida, Gonzaguinha viveu em Belo Horizonte com a segunda mulher Louise Margarete Martins e a filha deles, a caçula Mariana.

Após uma apresentação em Pato Branco, no Paraná, Gonzaguinha morreu aos 45 anos vítima de um acidente automobilístico às 7h30min do dia 29 de abril de 1991, entre as cidades de Renascença e Marmeleiro, enquanto dirigia o automóvel rumo a Francisco Beltrão, depois ia a Foz do Iguaçu. Este trágico acidente encerrou de forma repentina a sua brilhante carreira.
(Fonte: Globo News e Wikipédia)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Mozart e Gonzaga.





Luiz Gonzaga se estive entre nós estaria comemorando 99 anos de idade. Nascido em Exu, em 31.12.1912 veio a falecer no Rio de Janeiro em 28.08.1989. Amadeus Mozart nasceu em Sazburgo, em 21.01.1756 e faleceu em Viena, em 05.12.1791.
Os Mestres Gonzaga e Mozart não eram apenas mestres na Arte Musical, eram também mestres na Arte Re4al. Gonzaga foi iniciado Aprendiz Maçom na Loja Maçônica Paranapuan em 03.04.1971, no Rio de Janeiro, elevado a Companheiro Maçom em 14.12.1972 e exaltado a Mestre Maçom em 05.12.1973. Mozart foi iniciado na Loja Caridade, em Viena, em 14.12.1784, tendo sido elevado em 04.01.1785 na Loja Verdadeira Concórdia e exaltado em 13.01.1785.
A exemplo de Mozart que compôs a ópera maçônica A Flauta Mágica, Gonzaga compôs a melodia Acácia Amarela. Os também maçons Emmanuel Johann Schikaneder e Orlando Silveira Silva foram os que produziram o texto da ópera mozartiana e o arranjo musical da peça gonzaguiana. Até hoje ambas as obras musicais são executadas nas colunas de harmonia dos templos maçônicos.
Na ópera há um diálogo entre o sacerdote e Tamino que deseja entrar no templo. Aquele pergunta: "Oh estrangeiro, ousado, que queres tu daqui? Que procuras neste lugar sagrado? e ouve a resposta: "Vim procurar a Virtude e o Amor". Diz a Letra de Acácia Amarela: "Ela é tão linda, é tão bela, aquela acácia amarela, que a minha casa tem. Aquela casa direita, que é tão justa e perfeita, onde eu me sinto tão bem. Sou um feliz operário, onde aumento de salário, não tem luta nem discórdia. Ali o mal é submerso e o Grande Arquiteto do Universo, é harmonia, é concórdia". A Flauta Mágia fala de amor e está reppleta de símbolos e alegorias à Maçonaria. A Acácia Amarela igualmente, fala de amor e concórdia, cheia de expressões maçônicas. Como Mozart em sua ópera, estava Gonzaga na sua obra inclinado aos elementos místicos da Maçonaria do que ao seu racionalismo ético. Pela primeira vez a Flauta Mágica foi apresentada em 30.09.1791 e a Acácia Amarela gravada em 1982.
Luiz Gonzaga e Amadeus Mozart permanecem vivos na memória do povo maçônico e do povo brasileiro, razão pela qual registo estas semelhanças nesta data comemorativa do nascimento do Rei do Baião e do nascimento maçônico do Amado de Deus.
(Fonte: Jornal da Paraíba - Ailton Elisário)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Maçonaria mistério e poder.


Documentário que apresenta a História e mistérios da Maçonaria.

SOMOS TODOS IGUAIS E LUTAMOS POR UM MESMO IDEAL. SOMOS OBREIROS TRABALHADORES POR UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA E PERFEITA. LUTAMOS PELO APERFEIÇOAMENTO DO HOMEM DE BEM QUE QUANDO ENTROU PARA A ORDEM, JÁ ERA MAÇOM E NÃO SABIA. MAS APÓS INICIADO, TEVE SUAS RESPONSABILIDADES AUMENTADAS. MESMO ASSIM NÃO FOGE DO COMPROMISSO E ENCARA DE FRENTE A INVEJA, A SOBERBA, A VAIDADE E O SENTIMENTO PEQUENO DE ACHAR QUE PODE FAZER MELHOR SOZINHO. NÃO SOMOS NADA SOZINHOS. SOMOS BONS E SOMOS MELHORES POR QUE ESTAMOS JUNTOS.
MAÇONARIA, ORDEM MILENAR QUE SELECIONA OS MELHORES HOMENS PARA CONVIVER COMO IRMÃOS!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Veja o que os cantores João Gilberto e Roberto Carlos têm em comum.


João Gilberto inventou a bossa nova. Já Roberto Carlos, antes de se tornar o rei da Jovem Guarda, era aspirante a novo João Gilberto. Eles foram decisivos para a divulgação da música brasileira no mundo.


Roberto Carlos é um dos maiores artistas brasileiros e tem uma carreira consagrada com prêmios e admiradores em todo o mundo. Em dois programas, o Arquivo N relembra a trajetória e os momentos mais marcantes da carreira do rei da música brasileira.

‘Arquivo N’ relembrou vários momentos preciosos do Rei.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Homenagem ao centenário de Mario Lago.




O ator, compositor, teatrólogo e escritor completaria 100 anos no dia 26 de novembro. Para lembrar seus sucessos, Chico Pinheiro conversa com Mario Lago Filho, um dos cinco filhos, com Cristina Buarque de Holanda e os músicos que trabalharam com Lago

domingo, 11 de dezembro de 2011

O Centenário de Luiz Gonzaga. Foi o Rei do Baião e era Maçom.


O centenário de nascimento de Luiz Gonzaga será no dia 13 de dezembro de 2012. Mas muitas homenagens já antecipam essa data tão especial para a cultura brasileira. Em Serra Talhada, no Sertão do Estado, o Rei do Cangaço cedeu lugar ao Rei do Baião.

Este era fã e colecionador da obra de Luiz Gonzaga.

O filme faz parte das homenagens ao centenário de nascimento do Rei do Baião, que será comemorado em 2012. A produção será feita durante um show no Marco Zero.

Em 1981, o Rei do Forró pediu ao então presidente em exercício, Aureliano Chaves, uma intervenção do governo federal na cidade natal do músico pernambucano. Luiz Gonzaga usou a criatividade e fez o pedido ao som de sua sanfona.

Galeria de Fotos

Os Cavaleiros Templários - A Origem da Maçonaria

A Maçonaria

MAÇONARIA - TEMPLO DE SALOMÃO

Como tornar-se Maçom

Dan Brown fala sobre a maçonaria

Maçonaria: Ser Maçom

Video que mostra alguns dos grandes Maçons.

O Maçom Luiz Gonzaga - O Gonzagão

Breve história da Loja Cavaleiros do Oriente nº 4.

Stephen John Richard Allen (*)

Meus Ir.:,

A história é parte integral da vida. Sem a presença do passado não teria o presente, e sem o presente, nunca estaremos presentes no futuro.

A “Augusta e Respeitável Loja Simbólica Cavaleiros do Oriente” foi fundada em 24 de outubro de 1932. A loja era a primeira fundada sob a potência da Grande Loja de Pernambuco (apesar seu número ‘04’), sendo fundada apenas 18 dias após da fundação da Grande Loja.
Foram os seguintes IIr.: que elaborarem o estatuto da loja, registrado no dia 06 de junho de 1933, no 1º Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Rua Diário de Pernambuco:

Venerável Mestre, Ir.: Zeferino Agra de Lima;
1º Vigilante, Ir.: Samuel Ponce de Leon (que em 1947 foi Venerável Mestre);
2º Vigilante, Ir.: João Capistrano Bezerra;
Orador, Ir.: Abdenago Rodrigues de Araújo;
Secetário, Ir.: Luiz Aurélio de Oliveira;
Tesoureiro, Ir.: Apolinário de Azevedo;
1º Diácono, Ir.: Moysés Cícero do Rego Gomes;
2º Diácono, Ir.: José Lacerda;
Chanceler, Ir.: Edmundo Osmundo Cavalcanti;
Mestre das Cerimônias Ir.: Orlando Feijó de Melo;
Hospitaleiro, Ir.: Joaquim Luiz Rabelo e
Cobridor, Ir.: Otávio Cavalcanti de Alberquerque.

Estes nomes são importantes para todos nós, pois sem estes homens livres e de bons costumes não apenas nossa existência como uma loja não teria sido possível, e é bastante provável que nosso ingresso na Maçonaria também não teria acontecido.

A loja sempre foi cosmopolita. Ela têm uma história expressiva de IIr.: que vieram de outros orientes, como IIr.: Samuel Ponce de Leon, Salvador Moscoso, Manoel Pereira Lopes e Manoel Francisco de Campos que eram do oriente do Portugal.Ir.: Alexandra Markus de Tchecoslováquia, Ir.: Ângelo Papaleo era Italiano,
e eu, Ir.: Stephen John Richard Allen natural de York, Inglaterra. Aliás, a loja, na maioria do tempo, foi composta por mais IIr.: não naturais de Pernambuco de que IIr.: pernambucanos, mostrando a grandiosidade da maçonaria. Podemos olhar em nosso quadro agora para ver IIr.: que são naturais de Espírito Santos, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Ceará, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e São Paulo.
Durante sua história, Cavaleiros do Oriente sempre teve laços estreitos com a grande loja, participando ativamente com seus obreiros e preenchendo cargos importantes. A loja tem a honra de ter em seu quadro obreiros, citamos apenas alguns, que tiveram cargos na Grande Loja de Pernambuco:

Grão Mestre:

1946/48 - Roberto Le Coq de Oliveira;
1954/61 - Salvador Pereira d'Araújo Moscoso;
1964 - Manoel de Lima Filho

Deputado do Grão Mestre:

1949 - 1958 - Oswaldo Andrade

Gr.: Rep.: da Gr.: Lo.: de Pe.: :

1949 - Manoel Pereira Lopes com o Gr.: Or.: de Amazonas
1958 - Oswaldo Andrade com a Gran Logia Occ.: de Columbia – Cali
João Capistrano Bezerra com a Gr.: Lo.: do Est.: de Paraná

A loja teve sete endereços durante a sua longa história. O primeiro endereço da loja foi na Rua do Dique, no bairro de São José, Recife, e passou pela Rua da Aurora, 277, até 1964, quando se mudou para Rua Augusta, 699 e, mais tarde Rua 24 de Maio também no bairro de São José. Um endereço encontrado nos documentos da loja foi Avenida Dantas Barreto, 1253, registrado em 1977.

No final de 1989 a loja foi transferida para o prédio sede da Grande Loja de Pernambuco, na Rua Imperial, 197 no Bairro de São José.

Em 1995 a loja Cavaleiros do Oriente conseguiu seu templo próprio na Rua Dr. Gustavo Pinto, no bairro de Jardim São Paulo.

O prédio da oficina foi construído em 1994 através de ajuda e colaboração de homens como Ir.: Eduardo Guerra que é reconhecido como peça fundamental para a realização da obra, por sua dedicação, carinho e vontade de realizar pelo bem da ordem, Ir.: Fernando Viveiros, Ir.: Eliomar de Almeida e o Ir.: presente ativo José Simão de Góis.

Por causa das enchentes durante os anos setenta, muitos documentos foram destruídos e que contavam a história da loja Cavaleiros do Oriente. A data exata que a loja recebeu o título de ‘benemérita’ é imprecisa, porém a primeira referência do título foi encontrada numa correspondência entre a loja Cavaleiros do Oriente e a Grande Loja de Pernambuco datada dia 12 de março de 1947. No mesmo documento o título Val.: também foi citado.

O título ‘Cinqüentenária’ foi concedido pela Grande Loja de Maçônica de Pernambuco em 2005.

A loja Cavaleiros do Oriente sempre foi ativa na realização de ações sociais, não na busca de reconhecimento como uma boa colaboradora (na maioria das vezes as ações nem foram divulgadas), porém, mais importante, era contribuir na busca de resultados positivos que aquela ação merecia.

Por isto muitas ações sociais da loja não se destacaram na imprensa, na Grande Loja nem foram comentadas entre IIr.: das demais lojas em nosso Or.:.

É claro, falo do trabalho importantíssimo das cunhadas da loja, sem as quais muitas destas ações não teriam sido realizadas.

As ações eram várias, muito mais do que podiam ser colocadas aqui, mas, permitam-me citar algumas; como distribuição emergencial de colchões e roupas após as enchentes que prejudicaram o nosso Or.: de Recife durante os anos 70; recuperação de cadeiras escolares que foram redistribuídas no setor escolar público; distribuição de fraldas descartáveis para creches para mães de baixa renda e fornecimento de medicamentos para o Hospital do Câncer em Recife.

O trabalho da loja Cavaleiros do Oriente é um constante, e após 75 anos de existência de uma loja vibrante, saudável e harmoniosa, esperamos que nossos futuros IIr.: possam celebrar e saudar a loja em seu centenário aniversário.

(*) Ir.: Stephen Allen é Mestre Instalado da Loja Cavaleiros do Oriente nº 4.